Gerenciamento de APIs: por que e como você deve fazer?

A conectividade faz parte da rotina de uma empresa. É praticamente impossível planejar o desenvolvimento de negócios e vendas sem contar com a integração de ferramentas de serviços de terceiros.

Por esse motivo, a gestão inteligente de APIs (interfaces de aplicações) é altamente estratégica para o setor de TI. Com essa solução, fica mais fácil alcançar escalabilidade e agilizar implementações de sistemas que são essenciais.

Contudo, esse processo não atende apenas às necessidades do departamento de tecnologia, como também evita riscos de segurança e eleva o nível de experiência dos usuários.

Para entender melhor o assunto, sua relevância diante da transformação digital e as melhores práticas de gestão, basta seguir conosco pelos tópicos a seguir. Confira!

Por que as empresas devem estar sempre atentas à gestão de APIs?

APIs são utilizadas a fim de criar meios digitais para interagir com os clientes, colaboradores e fornecedores. Além disso, as empresas podem analisar, dimensionar e até mesmo monetizar suas soluções oferecidas por meio de uma API.

Seu gerenciamento, diante disso, é um processo que visa definir um ambiente seguro e escalável para manipular e supervisionar as interfaces desses softwares. Em linhas gerais, ele garante o devido atendimento para as necessidades dos desenvolvedores e dos aplicativos, agilizando testes, modificações e aperfeiçoamentos.

Sendo assim, seu objetivo pode variar conforme os interesses de cada empresa, mas sempre contará com funções comuns, como indicativos sobre o nível de segurança, monitoramento de uso, controle de versão e histórico de desenvolvimento.

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Principais desafios do Gerenciamento de APIs na era digital 

A gestão de APIs ganhou notoriedade conforme houve uma crescente na demanda dessas interfaces por parte das empresas.  

Afinal, seu uso e administração requer um apoio especializado, uma vez que para funcionar corretamente elas exigem documentação robusta, testes amplos, controles de rotina e altíssima confiabilidade.

Para entender isso em detalhes, abaixo separamos os principais desafios que os profissionais de tecnologia devem lidar com o gerenciamento de APIs na era digital.

Desafio 1: Governança

Sendo a TI uma área cada vez mais estratégica para toda empresa, as APIs também precisam ser administradas de maneira eficiente. Isso envolve a criação de políticas que definam como essas interfaces podem ser utilizadas, quais suas boas práticas, o que não pode ser feito e assim por diante.

Priorizar a governança é fundamental para se tornar mais competitivo na era digital, pois, além de otimizar o gerenciamento interno das APIs, contribuem para que a companhia esteja em conformidade com as regulações do mercado, como a LGPD.

Desafio 2: Orquestração

Administrar manualmente um baixo volume de endpoints de API é totalmente possível. Entretanto, a partir do momento em que se faz necessário implantar uma demanda maior, é necessário contar com sistemas de automação.

É por isso que, para adquirir escala, você precisa contar com um nível de abstração para gerenciar e orquestrar grupos de terminais a fim de obter uma integração mais perfeita com seus clientes.

Desafio 3: Controle de versão

As atualizações de software são cada vez mais comuns no atual ambiente ágil, e o mesmo acontece com as APIs. Assim, a melhor solução para gerenciar mudanças em suas APIs é aceitar o fato de que ela precisa se adaptar às volatilidades do mercado.

Existem vários desafios nisso, bem como recomendações em relação ao controle de versão da API. Por isso, quando há muitas maneiras de solucionar essa questão, é importante reservar um tempo para colocá-las em perspectiva.

Em outras palavras, as APIs devem oferecer suporte a alterações ininterruptas e ininterruptas de uma forma que não impeça os desenvolvedores de fazer seu trabalho.

Desafio 4: Segurança

A segurança da informação é outra prática que se tornou muito mais presente no ambiente corporativo. Cientes do alto volume de ataques virtuais, as empresas devem realizar uma gestão de suas vulnerabilidades a fim de garantir a disponibilidade, confidencialidade e integridade de suas operações.

Então, para que as APIs não sejam uma porta de entrada viável aos hackers, as equipes de desenvolvimento devem verificar todas as possíveis falhas de segurança além de realizar todos os testes de proteção.

6 dicas para otimizar o gerenciamento de APIs nas empresas

Agora que você entendeu melhor a importância do gerenciamento de APIs, bem como algumas de suas principais etapas, confira nossas dicas práticas para você que trabalhará nesse processo.

1. Padronize as rotinas

Esse é um ponto crítico para a gestão. Com a padronização de rotinas, os usuários podem unificar os usos na API, auxiliando a evitar falhas e situações de risco.

Na manutenção, as rotinas padronizadas auxiliam na eliminação de erros e melhoram os fluxos das equipes, que continuarão a manter o devido nível de qualidade nos processos, reduzindo questões associadas à performance ou falhas no código-fonte.

2. Busque a compatibilidade de sistemas

A compatibilização da API com diferentes plataformas permite que ela seja utilizada por um número ainda maior de pessoas – seja um público interno ou externo.

Por isso, deve ser sempre um interesse da empresa buscar meios para melhorar a estrutura da interface, alcançando versatilidade e integração com diferentes sistemas operacionais, softwares e hardwares.

3. Monitore o tipo de uso das interfaces

O monitoramento precisa ser contínuo. É dessa maneira que o gestor conhece como é o tipo de uso das interfaces, encontra possíveis problemas com segurança e identifica possíveis gargalos que prejudicam a experiência de uso.

4. Anote os processos

Documentar os processos de uso e gerenciamento das APIs é importante para aperfeiçoar a utilização, manutenção e integração.

Com essa documentação, os técnicos e usuários poderão alcançar o uso mais inteligente da interface e cada rotina será realizada conforme as demandas do mercado. Isso evitará falhas e irá maximizar a performance da interface.

6. Defina processos de auditoria

Com as auditorias periódicas com foco na segurança interna ou requisitos regulatórios, será possível garantir que a API é utilizada pelas pessoas certas, pelos motivos certos e para alcançar os objetivos predefinidos.

Mantenha a periodicidade dessas auditorias. Elas também indicam possíveis brechas de segurança.

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